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Pragas e Doenças

 

O feijoeiro é comumente atacado por inúmeras pragas e doenças, que são responsáveis por grande perda de produtividade da cultura. 

Pragas

As pragas que atacam a cultura do feijoeiro podem atuar tanto no campo como na pós-colheita, sendo toda a planta atacada. Em números as perdas podem oscilar entre 30 e 90% da produção, dependendo do período do ano, da idade da cultura, dentre outros fatores.O controle de pragas da cultura visa evitar o incremento da população e  que se alcance o chamado nível de dano econômico, que é o ponto em que o ataque da praga ao feijoeiro começa a causar prejuízos econômicos ao produtor.

Existem várias estratégias de controle, porém a mais mais empregada atualmente é o manejo integrado, que consiste em um conjunto de práticas de combate á praga. Dentre essas medidas incluem-se o controle cultural, (que é a utilização de algumas práticas como atraso ou antecipação no plantio), a rotação de cultura, e outras que visam fugir do período propício à praga, ou matar a praga por falta de alimento, por exemplo.

O uso do controle biológico, ou seja, o emprego de insetos inimigos naturais de pragas, fungos, bactérias e vírus  capazes de matar a população de pragas. Utilizam-se também  barreiras fitossanitárias que impediriam o livre trânsito de material no país, evitando assim, a disseminação das pragas de um local onde já existem para um local onde ainda não ocorram.

Há, também, o uso de produtos químicos como inseticidas, com várias formulações para o controle das mais diversas pragas. Porém, o uso de qualquer uma das técnicas de manejo integrado deve ser indicado somente por um agrônomo, devidamente credenciado e após o correto diagnóstico da praga que acomete a cultura, uma vez que sem essa correta diagnose, a medida de manejo adotada pode ser ineficiente e causar maiores prejuízos ao produtor. Vale salientar que, no caso do uso de produtos  de origem química ou biológica, o mesmo deve estar devidamente registrado para o uso na cultura no Ministério da Agricultura, Agropecuária e Abastecimento.

As pragas mais comuns à cultura do feijoeiro são a seguir especificadas;

Broca- do- caule- Elasmopalpus lignosellus,– Este inseto é uma larva de uma mariposa que coloca seus ovos em órgãos aéreos da planta e no solo próximo ao hospedeiro. Além do feijoeiro, ataca também outras culturas importantes como soja, sorgo, milho, algodão.

Quando os ovos eclodem, as lagartas alimentam-se de folhas e, posteriormente, descem para o caule, onde constroem galerias. A lagarta completamente desenvolvida mede cerca de 15 mm e o seu  ciclo de vida dura cerca de 41 dias, sendo  26 desses como larva (lagarta), ou seja, parasitando as plantas.

Além do dano causado às folhas que são comidas,  perdendo assim área fotossintetizante, os maiores danos são ocasionados pelas galerias construídas pela lagarta, que  destroem o feixe vascular da planta, levando-a  à morte. Sua incidência é maior nos períodos de estiagem, sobretudo no estágio inicial da cultura.É interessante mencionar que o plantio direto reduz muito a sua incidência. 



E. lignosellus - Este inseto, quando adulto, pode medir  15 a 25 mm e coloca 129 ovos em média por ciclo (A). Larva de E. lignosellus, a largata-do-caule, é nessa fase que é um parasita do feijoeiro  pode causar danos severos a cultura (B).


Vaquinha - Diabrotica speciosa – É uma espécie de besouro muito pequeno, de cor esverdeada, com três manchas amarelas em cada asa superior. As fêmeas põem seus ovos no solo. Suas larvas, após  eclosão, podem penetrar nas raízes do feijoeiro e danificá-las, além de servirem de portas de entrada para patógenos do solo, sobretudo espécies de Fusarium sp. Porém os adultos é que têm o maior potencial de dano ao se alimentarem das folhas. Principalmente quando em populações elevadas, há casos que até mesmo a gema apical da plântula é atacada e esta é levada a morte. Assim, é nesse estágio bem tenro que a planta de feijoeiro é mais sensível ao ataque da vaquinha. No entanto, é desejável o controle populacional desse besouro.



Adulto de D. speciosa, popularmente conhecida como vaquinha, possui um elevado potencial de dano a cultura do feijoeiro.


Mosca-branca -Bemisia tabaci– Embora receba o nome  mosca-branca, não se trata de uma mosca, pois estas são de ordem diferente. Enquanto B. tabaci pertencem à ordem Hemíptera, as verdadeiras moscas são da ordem Díptera. São insetos muito pequenos. Medem pouco mais de 1,0 mm. Até a década de 1960, não era uma praga de grande importância para o feijoeiro; porém após o fim dessa década, com a expansão da cultura da soja, plantas das quais também são pragas e, geralmente, o cultivo dar-se em grandes áreas, começou a ser uma praga de grande importância. 

Na década de 1990, o problema com a mosca-branca agravou-se, pois foi notificada a ocorrência de que os pesquisadores chamam de biótipo B. Esse biótipo é mais agressivo e tem maior eficiência na transmissão do Bean golden mosaic, o vírus causador do mosaico dourado do feijoeiro.

A mosca-branca possui  ampla gama de hospedeiros, mais de 500 espécies botânicas, que incluem plantas importantes como a soja, de onde a mosca-branca migra para o feijoeiro. E exatamente após o aumento da área cultivada de soja é que esta praga começou a ser muito prejudicial ao feijoeiro. Um agravante é o ciclo de curta duração, na cultura da soja, já foram observados mais de 10 gerações em um ano. 



B. tabaci inseto adulto parasitando uma folha de feijoeiro (A). População de B. tabaci parasitando a superfície foliar (B).

Caruncho - Acanthoscelides obtectus– Esse minúsculo besouro de menos de 5 mm, de coloração marrom quando adulto, apresenta dimorfismo sexual, isto é a fêmea e o macho são diferentes, sendo a fêmea maior. Os ovos são colocados sobre as vagens ou diretamente sobre as sementes, e as larvas penetram na sementes após sua eclosão causando assim danos nas sementes. Os adultos não atacam os grãos de feijão, sendo os danos ocasionados unicamente pelas larvas. Além de destruir o grão, o ataque confere-lhe um sabor desagradável.



A. obtectus, inseto adulto (A). Fases larval de A. obtectus, nessa fase é que atacam as sementes (B).


Doenças

As doenças que acometem a cultura do feijoeiro são uma das principais causas da baixa produtividade no país. Em alguns casos, as doenças inviabilizam o cultivo do feijão. Nos últimos anos, a cultura do feijoeiro vem sofrendo profundas modificações, como a utilização de técnicas antes não empregadas, como  irrigação. Porém, essas alterações contribuíram também para a chegada de novos patógenos e antigas doenças que não eram consideradas problemas para a cultura e que passaram a ser.

No Estado de Minas Gerais ocorrem várias doenças na cultura do feijoeiro. Algumas  já eram de importância e continuam sendo outras que embora já ocorressem passaram a ter importância econômica. Outras foram com introduzidas mais recentemente no Estado.

As principais doenças que ocorrem no feijoeiro no Estado de Minas Gerais, bem como as principais medidas de controle, serão citadas a seguir.

Mancha-angular- Phaseoriopsis griseola – Até alguns anos atrás, esta doença não tinha nenhuma importância, ocorrendo somente no fim do ciclo da cultura. Porém, fatores como ampliação do período de plantio, ocorrência do hospedeiro e de restos culturais durante grande parte do ano, introdução da irrigação e o uso de sementes contaminadas tornaram o ambiente favorável ao desenvolvimento do fungo. Com isso, a mancha-angular tornou-se a doença mais importante da cultura no Estado de Minas Gerais atualmente.

Os sintomas típicos da doença são encontrados nas folhas que apresentam lesões com formas geométricas, na forma de ângulos, devido à restrição do crescimento do fungo no interior dos tecidos pelas nervuras da folha. Quando o ataque é muito severo, observam-se lesões emendadas umas às outras, o que leva a uma perda de área fotossintetizante, passando a folha a apresentar  coloração amarela, caindo prematuramente.

É possível observar sintomas em outros órgãos da planta, por exemplo nas hastes onde as lesões são alongadas, e também nas vagens, com lesões em forma circular, sem depressão. As sementes de plantas infectadas geralmente têm o  tamanho e peso reduzidos.

P. griseola sobrevive em sementes e restos culturais, e é facilmente disseminado por vento e água de chuva, respingos de água no solo, daí a importância do cuidado na irrigação. Temperaturas entre 16 e 28 °C são ideais para o surgimento da doença. 

A mancha-angular pode ser controlada por um conjunto de práticas de manejo. Por exemplo o uso de sementes sadias é de grande importância para evitar a introdução do patógeno em locais onde não este ainda não ocorra, além de reduzir a sua concentração inicial em campos já infestados por P. griseola.
Práticas culturais como adubação correta, rotação de culturas, remoção de restos culturais, também ajudam no controle da doença. O uso do controle químico é importante em condições de ataque severo ou mesmo nos primeiros sinais da doença em regiões que favoreçam o patógeno a fim de evitar o aumento da população do fungo. Por último, seria a utilização de cultivares resistentes, uma vez que já existem várias  registradas no país. 



Folhas, vagens e fragmentos de haste de feijoeiro com sintomas de mancha angular (A). Folíolo de feijoeiro com sintoma típico da doença (B).

Antracnose- Colletotrichum lindemunthianum – É uma das doenças mais importantes na cultura do feijoeiro no Estado de Minas Gerais, sobretudo na Região da Zona da Mata, em razão da alta umidade e a temperatura média da região. Em locais de temperaturas mais levadas e com menos umidade, a doença não ocorre com tanta intensidade.

O fungo ataca toda a parte aérea da planta, e é nessa região que são observados os sintomas da doença. Os sintomas típicos são encontrados nas vagens que apresentam lesões circulares, de coloração marrom a escura e, dependendo do estágio da infecção, com depressões no centro dessas lesões por vezes, uma massa de esporos de cor rosada. 

Nas folhas, os sintomas caracterizam-se por apresentar, na sua parte inferior, lesões necróticas, de cor marrom escuras nas nervuras. Quando o ataque é severo, é possível visualizar essas lesões na face superior da folha, desenvolvendo também uma região clorótica e as folhas tendem  a curvar-se para baixo, podendo ainda a área necrótica estender-se por todo o tecido foliar. 

No caule e nos pecíolos, as lesões são alongadas escuras e podem exibir depressões. Por fim plantas que originaram de sementes contaminadas ao emergirem apresentam plântulas com o cotilédone contendo lesões marrons que variam de claro a escuro, podendo ser até negras.

Temperaturas entre 13 a 27 °C, com alta umidade, favorecem a doença. Os sintomas da doença surgem cerca de seis dias após o fungo ser inoculado na planta. 

A  antracnose pode ser controlada por meio de práticas culturais, por exemplo, o uso de sementes sadias,  de cultivares resistentes, e por intermédio do controle químico. As sementes livres do patógeno são muito importantes, pois existe uma correlação  forte entre o número de sementes contaminadas e o número de plantas doentes no campo. Para melhorar o controle do fungo em sementes, estas podem ser tratadas com fungicidas. 



Folhas de feijoeiro com sintomas de antracnose (A). Sementes sadias (em cima) e sementes contaminadas com C. lindemunthianum (em baixo) (B). Vagens com sintomas típicos de antracnose (C). 


Ferrugem- Uromyces appendiculatus – O estádio de desenvolvimento em que se encontra a planta no momento em que esta doença se instala reflete no potencial de prejuízo por ela causado. É mais problemática no plantio da seca (verão-outono). Sua distribuição é ampla, embora mais comum em regiões tropicais úmidas.

Os sintomas são mais comuns nas folhas que, inicialmente, apresentam manchas esbranquiçadas que depois, evoluem para pontuações de cor amarela com elevações no centro. Posteriormente essas pontuações aumentam de tamanho até que se rompem e formem o que é conhecido por pústula, que é o tecido da folha elevado como se fosse um “vulcão”. No seu centro encontra-se intensa esporulação de cor pardo-avermelhada à marrom. Essas pústulas são o sintoma típico da ferrugem do feijoeiro.

Os esporos do fungo são facilmente disseminados pelo vento, homem, implementos agrícolas e pelos animais. As condições ideais para a ocorrência da doença são temperaturas entre 16 e 25 °C. Temperaturas elevadas acima de 35 °C tendem a inibir a ocorrência da doença.

Como medidas de controle, recomenda-se o uso de cultivares resistentes, a rotação de cultura, remoção de restos culturais, plantio em períodos que se evite a temperatura e umidade ideal para o fungo. O controle químico  deve ser utilizado no início da doença na cultura.




Sintoma típico da ferrugem do feijoeiro


Mancha de alternari - Alternaria alternata, A. brassica f. sp. phaseoli, A. brassicicola – Esta doença tem causado perdas consideráveis na Zona da Mata mineira e em regiões de plantio de feijão irrigado.

A doença apresenta-se com manchas pequenas e irregulares nas folhas e vagens, geralmente de cor pardo avermelhado e bordo escuro. Posteriormente, evoluem para lesões maiores, circulares, apresentando anéis concêntricos nas lesões foliares, em algumas circunstâncias, as regiões desses anéis concêntricos secam e caem, deixando assim um furo no centro das lesões nas folhas.

As condições ideais para a doença ocorrer são em temperatura entre 16 e 20 °C e alta umidade.

Devido ao fato de o fungo ser transmitido via semente, essa é uma das melhores e mais eficientes medidas de controle. Deve-se também colher as sementes assim que as plantas entrarem em processo de maturação, devendo estas serem secas rapidamente e armazenadas em locais ventilados e com temperaturas baixas. Recomenda-se evitar o plantio do feijão em sistema de plantio direto após milho ou sorgo. 


Mancha de alternaria, lesão cujo centro se destacou em evidência. 


Mofo branco -Sclerotinia sclerotiorum – Atualmente, é a doença mais destrutiva do feijoeiro em áreas irrigadas no Brasil. O plantio adensado da cultura favorece o aumento da incidência da doença, devido à barreira que as folhas fazem à entrada de luz solar e por dificultar a aeração das plantas. Plantas daninhas como picão, carrapicho também são hospedeiras do fungo.

Os primeiros sintomas aparecem como reboleiras, principalmente em local de plantio adensado e acamamento de plantas. Nos órgãos como hastes, folhas e vagens, os primeiros sintomas são manchas encharcadas, seguidas por uma espécie de massa branca e de aspecto cotonoso, que são as estruturas do fungo. 

Por fim, a doença progride até que as plantas murchem, evoluindo após para tecidos secos e quebradiços. Nessa fase é possível ver pequenas estruturas,“bolinhas”, duras que são estruturas fungicas chamadas de escleródios, por meio dessas é que o fungo sobrevive por até oito anos no solo.

A doença pode se desenvolver dentro de uma faixa de temperatura muito ampla, ou seja,  de 5 a 30 °C, porém a umidade é fator essencial para a sua ocorrência, por isso é grande a sua ocorrência em áreas irrigadas.

O controle da doença deve começar por medidas que evitem a entrada do patógeno em áreas onde este ainda não tenha ocorrido,  como uso de sementes livres do patógeno, limpeza dos implementos, evitar tráfego de pessoas, carros e animais de áreas contaminadas para áreas não-contaminadas. 

A rotação de culturas com gramíneas pode ajudar a reduzir a concentração inicial do fungo no solo, assim como a destruição de restos culturais. Evite plantios adensados, para proporcionar à planta melhor aeração, é importante, e cultivares com porte mais ereto e com menos acamamento. O uso de fungicidas de forma preventiva em locais onde já tenha relatado o fungo também é importante. 


Estrutura de resistência (sobrevivência) de S. sclerotiorum, escleródios (A). Sintomas do mofo branco em vagens de feijoeiro (B).


Crestamento bacteriano - Xanthomonas axonopodis pv. phaseoli – É uma doença que ocorre na cultura do feijoeiro, principalmente em regiões úmidas e quentes. No Brasil, é problemática em todos os estados da Região Sul, Sudeste e centro-Oeste, principalmente no plantio das águas. No exterior sabe-se que pode causar perdas de até 45%, porém, no Brasil, não se tem estimativa da extensão do dano que pode causar.

A bactéria ataca toda a parte aérea da planta, sendo os sintomas visualizados em caules, folhas, vagens e sementes. Nas folhas, inicialmente aparecem pequenas manchas em que o tecido tem aspecto encharcado e translúcido. Essas manchas evoluem para lesões de coloração pardas com bordos amarelados, tornando o tecido quebradiço. 

No caule e nas vagens, as lesões podem ser deprimidas e encharcadas que, por vezes, têm coloração avermelhada. Em ataques severos, há intensa desfolha. As sementes doentes têm aspecto enrugado e com escurecimento de tecido na região do hilo.

A doença é fortemente favorecida por condições de alta temperatura e umidade. A umidade é vital à bactéria, pois é sua principal forma de locomoção. Sua disseminação e  sobrevivência se dão através da semente, onde as bactérias podem permanecer vivas por até 15 anos.

O controle deve ter mais o aspecto preventivo, pois não existe nenhum produto químico de eficiência comprovada para o controle da doença. A primeira medida a ser adotada é o uso de sementes livres do patógeno. em alguns países, o nível de tolerância é zero para a incidência de X. axonopodis pv. Phaseoli em sementes de feijão. 

É importante evitar o plantio, sempre que possível, em campos que já tenham ocorrido a doença. Uso de cultivares resistentes é uma medida, embora a grande maioria dos cultivares comerciais seja suscetível, e os resistentes apresentam apenas resistência parcial. 


Folhas de feijoeiro com sintomas típicos de crestamento bacteriano (A) e (B). Sementes sadias (esquerda) e sementes contaminadas com X. axonopodis pv. phaseoli (direita) (C). 


Mosaico dourado do feijoeiro, Bean golden mosaic virus (BGMV) – É a principal doença causada por vírus na cultura do feijoeiro. Foi relatada pela primeira vez no Brasil em 1965, sendo considerada doença de pouca importância. Em Minas Gerais, a doença é muito importante na região do Triângulo Mineiro. Entretanto, com a expansão da cultura da soja no fim da década de 1960 e início da década de 1970, tornou-se doença importante. Isso porque a soja, assim como o feijão, são hospedeiros da mosca-branca e esse inseto é o vetor do BGMV. No início da década de 1990, o problema com o BGMV se agravou-se com a chegada do biótipo B da mosca-branca, que é mais eficiente na transmissão do vírus.

Os sintomas dependem do estágio em que a planta é infectada. Quando ocorre no início do ciclo da cultura, os primeiros trifolíolos apresentam-se encarquilhados, com clorose nas nervuras. Com o desenvolvimento das folhas, as cloroses internervurais passam a manchas amareladas brilhantes, formando um mosaico. As plantas também sofrem redução no crescimento, tornando-se menor que plantas sadias, e apresentando nanismo.

O uso de cultivares resistentes ou tolerantes é a melhor e mais eficiente medida de controle. Outras medidas como época de plantio e o uso de inseticidas no controle do vetor  reduzem a incidência do BGMV, mas não proporcionam um controle satisfatório. 


Plantas com sintomas típicos do mosaico-dourado (A). Detalhes do sintoma de mosaico dourado (B).



Fontes

C. Vieira. Doenças e Pragas do Feijoeiro. 2ª ed, Imprensa Universitária, Viçosa. 231p. 1988.

T. J. de Paula Júnior & M. Venzon: 101 Culturas - Manual de Tecnologias Agrícolas. EPAMIG, Belo Horizonte. 800p. 2007.

C. Vieira, T. J. de Paula Júnior, A. Borém. Feijão. 2ª ed., Ed. UFV, Viçosa. 600p. 2006.

http://www.cnpaf.embrapa.br/feijao/pragasedoencas/index.htm

 
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